Alguns excelentes comentários coletados na Internet sobre o edifício que desabou com moradores trancafiados no Largo do Paissandu, centro de São Paulo:

 

Algumas informações sobre a invasão do Edifício Wilton Paes de Almeida, em São Paulo, que desabou na madrugada de hoje em decorrência de um incêndio:

– Famílias pagavam ALUGUEL no valor de R$150,00 a R$400,00 aos coordenadores do Movimento de Luta Social por Moradia (MLSM). Quem atrasava o pagamento, era expulso do local.

– O fornecimento de água só ocorria na madrugada, sob fiscalização dos coordenadores.

– Uma das regras da invasão era a proibição da entrada e saída de pessoas a partir das 19h. No local, havia um coordenador que trancava a porta principal do prédio. Um cárcere privado, basicamente.

– No momento do incêndio, a porta principal estava trancada e o tal coordenador não deu as caras. Um dos moradores quebrou a porta e só assim, o restante das pessoas puderam se evadir do local.

– Falando em coordenador, haviam dois deles na invasão. Quando o fogo começou, eles fugiram em >carros<, que estavam estacionados na garagem do próprio prédio.

– Este post está sendo publicado às 14:34 e até o momento, o prefeito e o governador de São Paulo e até o Presidente da República estiveram no local, mas NENHUM representante de qualquer movimento social compareceu no local. Mas o Guilherme Boulos já soltou notinha no Twitter.

No final das contas, descobrimos da pior forma possível como um movimento sem teto pode ser rentável para os seus líderes, que estão cada vez mais gordos e com iPhones da última geração na mão, fazendo lives no Facebook a fim de mostrar como o socialismo é bom e que o Lula é inocente.

Enquanto isso, famílias perdem tudo e seus parentes morrem nos escombros.

Parabéns a todos os canalhas envolvidos.

M.

 

Em virtude do último post publicado por mim, que trouxe uma imensa repercussão inesperada (ainda bem!), trago aqui as fontes solicitadas de tudo o que falei na publicação mencionada para que possam consultar e comprovar tudo o que escrevi (para enfiar onde quiserem o papo de que publiquei “fake news”). Há links com outras informações também:

– Famílias pagavam aluguel de R$150,00 a R$400,00. FONTE: https://veja.abril.com.br/…/moradores-de-predio-que-desabo…/ / http://sao-paulo.estadao.com.br/…/geral,moradores-do-predio…

– Fornecimento de água só ocorria de madrugada, portão fechado às 19h e morador que arrombou a porta durante o incêndio. FONTE: https://m.oglobo.globo.com/…/moradores-de-predio-que-desabo…

– “Se você não pagar a contribuição, esses caras pegam você na madeira”, diz morador. [vídeo do SBT, by Gabriel Pinheiro] FONTE: https://twitter.com/GABRlELPlNHE…/status/991465830759256069…

– Coordenadores tiraram os carros da garagem e se evadiram do prédio logo após o início do incêndio [relato em vídeo de um morador] FONTE: http://g1.globo.com/jornal-nacional/edicoes/2018/05/01.html…

– Como funciona a indústria da ocupação em São Paulo: https://www.oantagonista.com/…/como-funciona-industria-da-…/

Pronto. Aí estão as fontes solicitadas. E na foto abaixo, o recibo de uma das famílias dos aluguéis pagos para os coordenadores da invasão.

No momento deste post, a publicação anterior ultrapassa as 20 mil curtidas, 16 mil compartilhamentos e os 4 mil comentários. E da hora do post até aqui, apareceram mil novos seguidores neste perfil.

Tenho recebido diversos elogios pelo texto e agradeço. Críticas também, o que é normal. No entanto, vários comentários são ofensivos e caluniosos, e eu já estou em comunicação com o meu advogado para verificar esses comentários e, se for o caso, acionar os responsáveis judicialmente. (Até ator da Globo me xingando rolou).

Aceito tranquilamente as críticas, mas calúnias, difamações e ofensas JAMAIS passarão numa boa.

No mais, agradeço a todos por novamente, acreditarem no meu trabalho e comprometimento com os fatos ocorridos.

Que Deus abençoe vocês e interceda pelas vítimas dessa triste tragédia.

Nando Castro

 

SERÁ?

 

1) Dono de prédio que não consegue mais alugar suas unidades tem prejuízo para manter seu imóvel desocupado.

2) Ele convida uma ONG de sem-tetos para invadirem seu prédio.

3) Sem-tetos invadem prédio vazio e entram com pedido de usucapião.

4) Prefeitura declara prédio “de interesse social” e o desapropria mediante pagamento de indenização para o proprietário.

5) Proprietário entra na Justiça para revisar o valor da indenização e ganhar mais.

6) Sem-tetos vão ficando e transformam o prédio invadido em mafuá.

7) Corpo de Bombeiros vistoria o imóvel e decreta que ele não tem condições de moradia e que pode sofrer incêndio a qualquer momento. Desocupação é recomendada.

8) ONG de sem-tetos levanta liminar na Justiça para deixar moradores no prédio condenado.

9) Quando não pega fogo ou desaba, prédio é finalmente “comprado” pela Prefeitura, que o doa à ONG invasora por convite.

10) Indenização é paga ao antigo proprietário, que racha a bufunfa com a ONG.

Parabéns! Você acaba de aprender como funciona a indústria das ocupações, que somente na região central de São Paulo já possui cerca de 150 prédios.

Victor Grinbaum

 

 

Pra não dizerem que sou radical e não apoio movimentos sociais, vou dar uma dica ao MTST. 
Existe um imóvel de 400m², instalado em um terreno de 720m², desocupado, na Rua Paula Ney, 446, Vila Mariana-SP, avaliado em mais de 2.800.000 reais. 
A construção, da década de 70, faz parte do espólio do pai de um rico médico infectologista. Um legítimo membro da burguesia, da elite. 
Esse médico, por acaso, é o Dr. Marcos Boulos, pai do “sem-teto” Guillherme Boulos, o socialista nascido em berço de jacarandá que vos manobra. Mas ele não vai se importar. Afinal, é contra a propriedade privada. Não é? 
Tudo em nome da “revolución”!