A luta de Doria, prefeito de S.Paulo pela ordenação e limpeza da cidade de S.Paulo contém um simbolismo que vai além da ordenação de seu espaço urbano: ele representa um símbolo da capital pela sua auto-estima. Ora! Ninguém que quer se mostrar bem sucedido se apresenta mal cuidado e se os paulistanos não zelam pela sua cidade, o que podem exigir da prefeitura? E vice-versa, o que pode um prefeito cobrar pela sua cidade, se a população não acata seu esforço por reerguer a cidade que é deles?

A base legal para esta operação está no Art. 65 da Lei de Crimes Ambientais que tipifica a pichação como crime contra o patrimônio artístico e cultural da cidade, ou seja, o seu meio ambiente urbano. É de uma hipocrisia atroz que os opositores do prefeito eleito falem em “liberdade de se manifestar” quando esta liberdade agride os outros, em suas propriedades, seus patrimônios, pois não serão os manifestantes que irão pagar pelo dano. Não irão pagar se não forem pegos, mas isto vai mudar…

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Onde raios alguém acha que, mesmo que isto possa ser considerado arte, vá lá… Se tem o direito de destruir a propriedade alheia em nome de uma forma esdrúxula de comunicação?!

R$ 900 mil pela reforma da Ponte Estaiada em São Paulo, pela remoção das pichações que o picareta do ex-prefeito petista, Haddad nada fazia. Agora até com iluminação na obra esperamos que seja o início da iluminação do cérebro de muitos que tiveram suas vidas e mentes obscurecidas durante a gestão petista.

RL