Busca

Anselmo Heidrich

Defendo uma sociedade livre baseada no governo limitado e estado mínimo.

Tag

Dilma Rousseff

Quando a Esquerda resolve estudar…

Embora haja diferença estética em um curso de pós-graduação para petistas e aliados em relação ao que o MST disponibiliza para seus jovens integrantes (foto acima), o conteúdo ético é o mesmo lixo.

 


Acesse AQUI para conhecer o primeiro livro de Geografia Brasileiro claramente ANTI-MARXISTA.

E CLIQUE AQUI para saber como adquirir o seu.


 

Pedro Uczai, deputado federal pelo PT (sim, ainda há gente que se assume petista…) criou uma nova pós-graduação: “A Esquerda do Século XXI“. Bem… É estranho um título desses, ainda mais para um conjunto de ideologias que não conseguiu evoluir desde o século XIX. Eles não conseguem nem entender o passado, como é que vão propor algo para o futuro?

O curso já começa de forma deturpada quando vemos o uso de uma instituição pública, a UFFS (Universidade Federal Fronteira Sul) para estes fins partidários. Até hoje, petistas nos dão provas de como confundem ações partidárias ou de governo com a máquina do estado. O que é estatal ou público não deveria se prestar ao uso para fins particulares ou de legenda partidária. Se fosse um curso bem articulado, ele não pensaria apenas em termos de “esquerda”, mas em política em geral. Mas é difícil ensinar alguém que teve sua formação ideológica acima do ideal de república desde o início.
1ª) A Esquerda nos Séculos XIX e XX será o primeiro módulo da Pós-Graduação. Pois bem… Será que os “professores” irão repetir a coletânea de asneiras como faz Emir Sader ao chamar Lula de “o líder popular mais importante no mundo, mais universal, cujo som do nome passou a remeter a justiça social, a dignidade, a um mundo melhor e mais humano”? Piada? Pior que não. Emir Sader, realmente, escreve e defende isto, ignorando por completo a disfunção causada na economia esses anos todos. Ignorando por completo a corrupção bilionária causada pelo PT esses anos todos. Isto não importa para “quem trouxe dignidade”. Afinal, o que mais faz a Esquerda senão dar um novo e deturpado significado às palavras para justificar seus atos imorais, ilegais e injustos?

Chico Alencar, deputado do PSOL e Valter Pomar, do PT são os típicos hipócritas que posam com faixas “Diretas Já!” defendendo a representatividade popular – o povo tem que decidir nas urnas -, mas fizeram escárnio desse mesmo povo quando o Processo Constitucional de Impeachment foi votado. Democracia para essa gente, só serve quando favorece seus projetos pessoais e escusos de poder.

2ª) O segundo curso que fala sobre partidos políticos será ministrado por dois membros antípodas do PT, Dilma Rousseff e Olívio Dutra. Antípodas, exemplos contrários basicamente porque enquanto a primeira é a Primeira Dama em se tratando de corrupção, o segundo é, até prova em contrário… Seu oposto. Mas em uma coisa, que não é pouca, eles se equivalem, a incompetência.

Dilma teve um governo marcado pela instabilidade política e incompetência na área econômica. É possível levar um governo adiante com uma dessas características isoladas, mas as duas, ainda mais somadas a uma investigação de um megaprocesso de corrupção (o maior do mundo) e as maiores manifestações que já se viu no país (cerca de 4% da população foi às ruas protestar) foi o mix perfeito para derrubar a larapia. Olívio, por sua vez, fez um estado brasileiro, o Rio Grande do Sul entrar numa rota política de radicalização como nunca se viu, achando que apenas projetos tópicos de cunho socialista seriam suficientes para alavancar a economia de um estado em franca decadência. O descaso que teve com os investimentos levou à fuga de capitais, alguns provocados, como foi o caso da montadora automobilística Ford. Atitudes aparentemente infantis também marcaram um governo sumamente ideologizado que chegou às raias de estender uma bandeira cubana na sacada do Palácio do Piratini (sede do governo estadual) assim que assumiram. Tal qual o PT fez nos jardins do Palácio do Alvorada ao podar arbustos e flores em forma de estrela-símbolo do partido, o PT no RS foi alvo de um experimento propagandístico com ações de aparelhamento institucional que até hoje persistem.

Esses dois casos de Dilma, uma quadrilheira e Olívio, não envolvido em nenhum escândalo de corrupção nos provam que não precisa ser bandido para quebrar um estado, basta ser tolo o suficiente para desdenhar da ciência econômica e se deixar guiar pelas falácias ideológicas travestidas de programas econômicos.

(Continua…)

Anselmo Heidrich

Base Nacional Comum Curricular: o sonho petista de conduzir centralizadamente a Educação Brasileira

Vejamos o que disse a Carta Capital sobre o assunto:

 

Há uma particularidade na BNCC que tem provocado muita discussão. Essa, relativa ao conteúdo, sobretudo da área de História. Trata-se da forte presença de temáticas das populações ameríndias, afro-brasileiras e latino-americanas e uma grande redução de conteúdos ligados à matriz europeia e ocidental.

Embora a discussão tenha se inflamado nas bases – polarizada entre os “eurocêntricos” e as “minorias”, cultura dominante e dominada –, para as grandes forças econômicas que permeiam esse processo, tal discussão não é de grande interesse.

via A Base Nacional Comum Curricular e a educação banqueira — CartaCapital

 

Para quem não sabe, a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), foi criada no governo petista de Dilma Rousseff e continua, embora abrandada no governo de Michel Temer. A BNCC propunha, entre outras alterações, uma releitura da História que era, na verdade, uma supressão da contribuição da Europa à construção da Civilização. A substituição do currículo era ampla, com ênfase à história da África e da América Latina, mesmo que essa não tivesse comprovação factual. Pessoalmente, eu acho necessário estudar mais outras regiões globais pouco presentes ou ausentes nos currículos escolares, mas isto não significa sobrepor uma às outras, nem se basear em mitos, sem reconhecê-los como tais ou o que é pior, criar novos mitos baseados numa pobre dicotomia de exploradores e explorados ou algozes e suas vítimas.

A matéria da Carta Capital abusa dos clichés surrados da esquerda sendo o mais recorrente, o interesse de instituições do setor privado se interessarem pela reforma curricular… Notem que a tônica da matéria é esta e não, como deveria ser se quisessem realmente informar, o conteúdo da reforma proposta pelo MEC, a chamada Base Nacional Comum Curricular (BNCC), um dos lixos deixados pela gestão de Renato Janine Ribeiro quando ministro do MEC. Na verdade, a reforma acaba reduzindo o ensino de exatas, especialmente matemática. Se for para se ter equivalência entre conteúdos, o mínimo razoável que se esperaria seria 1/3 para exatas, 1/3 para biológicas e outro terço para humanas. E dentro destas, sobretudo, geografia e história uma equalização de estudo para todos os continentes e grandes civilizações, para dizer o mínimo. Mas não… A auto-afirmação terceiro-mundista relegou a civilização antiga, Grécia e Roma ao ostracismo, revoluções como a Francesa, a Inglesa ou a Americana como adjacentes, menores e irrelevantes. Agora basta ver a idealização romântica, como diria Carlos Rangel, “Do bom selvagem ao bom revolucionário” dos ameríndios e africanos, como se estes não travassem lutas sanguinárias entre si ou traficassem, eles próprios, etnias vizinhas para seus parceiros europeus. Imagine, dizer a verdade, que “Zumbi dos Palmares” foi um escravista tão logo tenha se libertado de sua condição de escravo ou que lideranças negras no Haiti, Papa Doc e seu filho Baby Doc mais lesaram o paupérrimo país levando consigo USD 100.000.000,00, nem pensar, afinal, o que vale é só o mito, somente ele.

Agora, com a redução da matemática, cuja maior contribuição é a lógica que estimula o raciocínio e a drástica redução também da gramática que leva à imersão na compreensão pela facilidade de leitura e vice-versa, o que resta? Uma dispersão sem organização de conteúdos chamados, genericamente, ‘linguagens” que desobrigará o aluno a ler. Como se também a Progressão Continuada, eufemismo para Aprovação Automática, que é o que é já não fossem suficientes para por uma pá de cal no ensino. Com isto, o novo currículo, 60% válido para o país (outros 40% seriam para regionalismos) teríamos a institucionalização do descaso com o ensino. Vejam… Artes, Educação Física são importantes, mas não podem substituir algo como a Gramática (e vice-versa) e é isto que acabam por fazer nesta nova proposta. Claro que para alunos já muito mal avaliados em testes internacionais, como o PISA, seria uma maneira de adornar o quadro brasileiro com estatísticas pautadas no mascaramento da realidade: “veja como eles estão indo melhor…” Sim, claro, mas melhor em que, definitivamente, já que o que era difícil, custoso, mas de extrema importância foi excluído? Quer dizer que a título de “combater a exclusão”, o PT faz o caminho curto do atalho moral, EXCLUI O QUE INCOMODA, o conteúdo escolar. Simples assim.

***

O que se observa na história da educação brasileira é que sempre se teve uma obsessão pelo currículo, pelo conteúdo como sendo uma salvaguarda para o sucesso do ensino. Pouco se fez com relação à qualidade da transmissão desses conteúdos no sentido da avaliação das avaliações ou cotidiano de sala de aula. Aliás, quando ouvimos falar em “educação” parece que o locus principal, a sala de aula é o que menos importa… Quase como se fôssemos falar de trânsito sem levar em conta a qualidade de nossos veículos ou estradas ou de culinária sem se importar com a higiene ou procedência dos alimentos. Repare como esta obsessão pelo que há de mais moderno é moeda comum para nós ao ponto de perguntarmos se a escola de nossos filhos tem computadores ou sala de informática e pouco sabermos sobre a qualidade da principal “peça” da educação que é o professor (onde se formou, quando, que cursos fez etc.).

E nesta toada, o que fez o PT? Usou o que já era um vício de nossos burocratas do setor educacional para enfiar goela abaixo sua estratégia goebbeliana, de manipular o conteúdo como peça de propaganda política para seu usufruto.

Senhores e Senhoras, o conteúdo tem que ser reavaliado, tem que ser depurado, mas não só! A forma de dar aula, com objetividade em relação aos conteúdos e acompanhamento de como o professor se porta em sala de aula são fundamentais. Lembrem-se ainda que valorizar a educação é valorizar o professor sim, mas aquele profissional que respeita o seu ofício não se tornando um papagaio de legenda partidária e ideológica. Procedamos então a um processo de monitoramento e maior interesse de nossa parte que, como pais e responsáveis somos a maior autoridade em relação a nossos filhos pela educação que recebem e saibamos diferenciar o joio do trigo, o profissional que merece nosso apoio daquele que deve ser defenestrado por trair o princípio da verdadeira educação.

Anselmo Heidrich

The Guardian perde uma oportunidade de ouro de não fazer papel de ridículo

Se tiverem paciência leiam esta matéria, bastante curta, aliás: Hard for Dilma Rousseff to clean up Brazil’s dirty politics | Letters | World news | The Guardian. Nela, o jornal britânico de esquerda, The Guardian defende que Dilma Rousseff caiu porque atacou privilégios, como salários que excediam o teto do serviço público de seus ministros e funcionários. Patético, não? Após uma entrevista avassaladora do repórter da Al Jazeera nos depararmos com uma bobagem dessas faz com que percamos totalmente o respeito pelo Guardian. Em que pese ser um jornal “de esquerda”, pelo menos havia alguma credibilidade na apuração dos fatos e uma justificativa em que tínhamos argumentos com um mínimo de lógica. Mas acho que após tantos revezes para a esquerda mundial no ano de 2016, o desespero bateu às suas portas e agora nos brindam com este lixo que chamam de “análise”.

RL

dilma-se-cala
Não há muito que se possa dizer a favor de Dilma Rousseff, mas uma coisa sim: sua incompetência foi de tal monta que sem ela, o PT levaria muito mais tempo para cair como caiu, para ser desmascarado como foi e para capitalizar o desprezo que a maioria dos brasileiros lhe devota. Neste sentido bem específico, obrigado Dilma!

Abençoada seja a PRESSÃO EXTERNA!

Não precisava ser assim, mas já que só funciona assim, então que seja… Procuradores dos EUA vão pedir a prisão de Lula e Dilma. O que temos que aprender com isto? Que a Globalização não é só boa para os negócios, para o comércio etc., mas também para a cultura e, no caso específico, para nossa Cultura Política e Jurídica que precisa, urgentemente, de um upgrade.

dilmaelula

Cf. O Antagonista – EUA VÃO PEDIR A PRISÃO DE LULA E DILMA

RL

Jornalista árabe não toma conhecimento do código de etiqueta dos hipócritas

 

No Brasil de hoje basta que um homem discorde de uma mulher para automaticamente passar a ser acusado de “praticar misoginia e sexismo”. Foi este o caso de Mehdi Hasan

mehdi-hasan
Mehdi Hasan

após entrevistar Dilma Rousseff na sexta passada (16) que atropelou a ex-presidente ao acusá-la de conivência com os desvios bilionários da Petrobras ou, na melhor das hipóteses, incompetência, pois no cargo que ocupava na época, ela tinha responsabilidade sobre a empresa. Alguém sugeriu que “um esquerdista muçulmano pode ser mais imparcial que o jornalismo brasileiro inteiro”, mas esta é uma visão que até diminui o trabalho dele… Na verdade, ele provou que é plenamente possível ter opiniões políticas bem definidas sem perder a objetividade no trabalho, até mesmo porque, “ser imparcial” não passa de um mito, ainda mais nesta profissão… Chegamos ao cúmulo de acusar um jornalista que leva seu trabalho a sério como “desrespeitoso”, simplesmente porque ele faz as perguntas que deveriam ser feitas. E se não tivéssemos o predomínio de lideranças tão medrosas e jornalistas tão anódinos em nosso país, com certeza nossa mídia e redes sociais seriam meios para um intenso aprendizado, no conteúdo e na forma de debater.

 

Cf. Em seu perfil no Twitter, Mehdi Hasan diz ser “um britânico perdido em Washington”. Muçulmano de origem indiana, o jornalista da emissora Al Jazeera, conhecida como ‘a CNN do mundo árabe’, virou manchete nos últimos dias ao subir o tom durante entrevista com Dilma Rousseff e despertar a irritação da ex-presidente. O trecho no …  http://diversao.terra.com.br/tv/sala-de-tv/blog/2016/12/18/quem-e-mehdi-hasan-o-reporter-que-irritou-dilma-rousseff/ via @TerraNoticiasBR

 

RL

 

Blog no WordPress.com.

Acima ↑