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Anselmo Heidrich

Defendo uma sociedade livre baseada no governo limitado e estado mínimo.

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Amazônia

Biden vs. Bolsonaro

 Escute o episódio mais novo do meu podcast:   Biden vs. Bolsonaro https://anchor.fm/anselmo-heidrich/episodes/Biden-vs–Bolsonaro-em2dhv Jair Bolsonaro não entende as declarações de John Biden e sua predileção por um dos candidatos prejudica em muito as relações saudáveis e pragmáticas  que deveriam existir entre estados.

Interceptor

Porque Bush deveria ensinar Trump e Bolsonaro a combater incêndios florestais

George Walker Bush 10

VS.

Jair Messias Bolsonaro + Donald John Trump 0

Por quê?

Vamos aos exemplos, nada melhor do que os exemplos:

Em agosto de 2018 a Califórnia ardeu em incêndios e o presidente Trump culpou a legislação ambiental por obrigar a desviar águas do estado para o Oceano Pacífico.* Até faria sentido, se fosse o caso… Na verdade, a utilização das águas serve a vários setores no estado californiano, inclusive como reserva para áreas naturais estratégicas e, em último caso, o que sobra é desviado para o oceano (verificar link da matéria citada na nota abaixo). Por fim, como “bom político” que é ignorou o que disse após ser corrigido e insistiu culpando o governador da Califórnia, Jerry Brown por desviar águas para o Pacífico. Ou seja, Trump é do tipo que pego no flagra continua negando até o fim, simplesmente negando e caluniando os demais.

Quando pensamos no “Trump brasileiro”, como gosta de se auto-denominar Bolsonaro, dá até para desconfiar que haja um assessor comum para ambos.

* Veja aqui a série de bobagens tuitadas sobre os incêndios florestais pelo presidente Trump: Tuíte de Trump sobre incêndio mortal na Califórnia “incendeia” internet https://exame.abril.com.br/mundo/tuite-de-trump-sobre-incendio-mortal-na-california-incendeia-internet/ via Exame

Bolsonaro, como sabemos, cogitou que ONGs pudessem ter ateado fogo na Amazonia e tudo que se sabe até o momento foi que, aliado ao período normal de seca para a região, produtores locais combinaram de provocar incêndios. Ao que um dos mandantes já foi preso sob esta acusação,* sem quaisquer envolvimentos com ONGs como foi sugerido pelo Presidente.**

* Suspeito de provocar incêndios em áreas de floresta, no Pará, é preso | Jornal Nacional | G1 https://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2019/08/29/suspeito-de-provocar-incendios-em-areas-de-floresta-no-para-e-preso.ghtml .

** Homem preso por incêndio no Amazonas não foi pago por ONGs ou movimentos sociais https://aosfatos.org/noticias/homem-preso-por-incendio-no-amazonas-nao-foi-pago-por-ongs-ou-movimentos-sociais/ #factchecking

Mas nós teríamos algum líder mundial que seja uma referência no tratamento a esta questão? Temos sim, ou melhor, tivemos e ele se chama George W. Bush, presidente dos Estados Unidos entre 2001 e 2009. Em eu escrevi o seguinte artigo para o site Mídia Sem Máscara:

Bushfire

por Anselmo Heidrich em 24 de janeiro de 2004

Resumo: Já faz algum tempo a notícia soava como escândalo, Bush quer cortar árvores para impedir incêndios e uma chuva de spams, mais tentando incendiar do que apagar a proposta do presidente americano se disseminou pela web.

© 2004 MidiaSemMascara

Já faz algum tempo a notícia soava como escândalo, Bush quer cortar árvores para impedir incêndios e uma chuva de spams, mais tentando incendiar do que apagar a proposta do presidente americano se disseminou pela web. Ironias dos internautas como mais uma “solução genial de Bush”, associadas às contumazes “falhas” e “lapsos” de jornalistas eram algumas gotas no oceano de calúnias que se tornou comum em torno do nome de Bush.

Enquanto nossos jornalistas tupiniquins entendem que “podar” pode significar o mesmo que “cortar” árvores, para a engenharia florestal não é bem assim. Há uma sensível diferença entre cortar totalmente a árvore impedindo que ela cresça e poda-la nos galhos impedindo que um incêndio se alastre pela mata. Mas como se diz por aí, uma calúnia é como a cinza jogada ao vento que ninguém consegue agarrar:

“O presidente americano, George W. Bush, defendeu nesta segunda-feira seu plano de cortar árvores de florestas nativas (…)” e “nós devemos podar nossas florestas”

(AFP/notícias UOL, 11/08/2003).

Mas como o ambientalismo é cheio de contradições, não me surpreendeu quando lia Ecologia do Medo de Mike Davis, um professor de teoria urbana californiano e, claramente ligado aos movimentos da esquerda americana. O livro é basicamente uma crítica à especulação imobiliária da Califórnia Meridional, mas não deixa de ser coerente quanto à pesquisa factual. Independente das conclusões que Davis possa tirar, isto não me impede de utilizar seus próprios dados que, justamente, pela sua afiliação ideológica, me deixam a vontade para usa-los, ou seja, usar o veneno da esquerda contra ela própria.

Por que é importante ter um plano de manejo ambiental como proposto por Bush? Acho que os dados abaixo, levantados por Davis, falam por si:

TEMPESTADES DE FOGO EM MALIBU, 1930–96

Ano e mês Localidade Hectares Residências Mortes

1930, outubro Potrero 6.000

1935, outubro Latigo/Sherwood 11.554

1938, novembro Topanga 6.700 351

1943, novembro Woodland Hills 6.200

1949, outubro Susana 7.710

1955, novembro Ventu 5.106

1956, dezembro Sherwood/Newton 15.165 120 1

1958, dezembro Liberty 7.215 107

1970, setembro Wright 12.500 403 10

1978, outubro Kanan/Dume 10.100 230 2

1982, outubro Dayton Canyon 22.000 74

1993, novembro Calabasas/Malibu 7.500 350 3

1996, outubro Monte Nido 6.000 2

Total 1636 16

Mais pequenos incêndios aprox. 2.000

[Fonte: Registros do Los Angdes Fire Department.]

Tais dados poderiam ser negados por quem quer que seja como trágicos? Isto significa encampar a tese da destruição completa das florestas para manutenção das habitações? Não, pois não é disto que se trata, mas da simples poda das árvores embasada em técnicas de engenharia florestal para evitar desgraças humanas e compatibilizar um equilíbrio entre sociedade e ambiente.

Pode se observar nas fotos de satélite da NASA os últimos incêndios californianos em novembro passado:

http://visibleearth.nasa.gov/data/ev261/ev26153_California.A2003331.1840.721.500m.jpg

Mas se os socialistas travestidos de ambientalistas são tão bons para criticar as propostas republicanas de manejo ambiental, o que proporiam a isto?

http://visibleearth.nasa.gov/data/ev259/ev25950_Peru2.A2003244.1815.1km.jpg

Os focos em vermelho correspondem aos incêndios na fronteira amazônica entre Brasil e Peru de setembro passado que são bem, mas bem mais intensos que os fogos norte-americanos.

A origem desses fogos é a mesma que provocou o mega-incêndio de 1998. À época, nossa “sensata imprensa” noticiou que uma área equivalente à Bélgica, baseando-se em imagens de satélite que retratavam a fumaça. Se, é verdade o dito popular que “onde há fumaça há fogo”, não é verdade no entanto, que a extensão do fogo é a da própria fumaça. A área queimada na Amazônia brasileira foi enorme sim, mas não do “tamanho da Bélgica” e sim equivalente à área urbana da cidade de São Paulo. Também não foi verdade que este mega-incêndio ocorreu em área florestal, mas em savanas[1], o cerrado de Roraima (llaños, como são conhecidos na vizinha Venezuela), tendo se expandido para as matas posteriormente.

Os ambientes mediterrâneo do sudoeste americano e superúmido da alta floresta amazônica são muito distintos, necessitando de manejos distintos — a poda não seria possível em nosso caso. Mas o que se vê é uma falta generalizada de informação, pressa na apresentação dos fatos e dados e um “molho crítico” de um esquerdismo que beira a infantilidade. Se Bush propõe uma solução passível de crítica por técnicos e especialistas do setor, não se quer saber, pois ele pode levar algum crédito com isto. Se no Brasil, malgrado ano de El Niño, fenômeno climático que provoca anomalias climáticas globais, muito difundido e pouco entendido, coincide com a estação das queimadas, a culpa é totalmente do governo que não faz nada. Ou seja, a população local com suas técnicas arcaicas, num passe de mágica, é totalmente isenta de sua responsabilidade. E se as ONGs ambientalistas, líderes europeus, a própria ONU sugerem que a própria Amazônia brasileira (e dos países vizinhos) deva ser administrada por uma comissão internacional, nada parece indignar nossa incauta imprensa ávida pelo antiamericanismo que ajuda a engrossar._

O que nossos militantes cegos pelo ódio aos EEUU lembram? De uma mentira amplamente divulgada na internet, um conhecido hoax que volta e meia retorna, de um suposto livro de geografia escrito para o ensino médio nos EEUU que defende a Amazônia como área de controle internacional sob um projeto da ONU[2].

As queimadas (“coivara”) consistem numa ancestral e tradicional técnica indígena herdada pelos colonos pobres de preparar a terra para o plantio, inclusive de pastagens que devastam a biomassa. Não se trata de “grande capital” ou de “descaso da civilização capitalista”, mas de falta de adequação às técnicas de produção modernas e hipocrisia ambientalista que sustenta a exploração ambiental em moldes ultrapassados.

Talvez Bush tivesse alguma boa idéia para nós já que os próprios ambientalistas se perdem em informações falsas e análises tendenciosamente espúrias.

Links possivelmente “quebrados”:

[1] http://hps.infolink.com.br/psenna/roraima.htm

[2] http://www.quatrocantos.com/lendas/54_amazonia_finraf.htm

Imagem de destaque: “fogos na Amazônia em agosto de 2019” (fonte): https://en.m.wikipedia.org/wiki/File:Amazon_fire_satellite_image.png

O que se espera que o governo faça quanto a Amazônia

O que se espera de um governo em um momento de crise?

Um plano de contigenciamento, de socorro e um preventivo. O caso dos fogos da Amazônia, particularmente em Rondônia tem servido para uma coisa: mostrar a total incompetência e inabilidade deste governo federal.

Antes que me acusem de “petista” deixe-me dizer, os governos petistas mantiveram médias de incêndios maiores do que em 2019 (Bolsonaro), ligeiramente maiores, mas maiores. Então o problema vem de longa data e a incompetência não é exclusividade deste ou daquele partido, desta ou daquela liderança, da “direita” ou da “esquerda”, ela é institucional.

Há uma farta, eu disse farta literatura sobre desenvolvimento sustentável e não me venha com essa de “papo de ecochato”, “ambientalista melancia” (verde por fora e vermelho por dentro), apenas ouse entender, deixe de ser ignorante e se debruce em cima do material científico que realmente existe.

Propostas de como capitalizar pequenas comunidades inserindo-as no mercado para lucrar mantendo uma produção não predatória que vai das bases de Amartya Sen até técnicas de produção que unem conceitos agronômicos e ecológicos.

A biomassa da floresta equatorial é rica em compostos que podem ser aproveitados pela indústria farmacológica, de cosméticos à medicamentos. Frutas podem ser comercializadas em cadeias produtivas para atender os mercados das cidades brasileiras ou do exterior através de vias fluviais e sistema portuário, tudo bem alinhavado com suporte de marketing, promoção via relatórios e press releases de agências não governamentais, incluindo a própria ONU, documentários etc. Mas, não, o que prefere nosso governo de estúpidos?

O que prefere? Acusar ONGs de atear fogo na mata, o que não é impossível, mas qual animal pode acusar sem provas e deixar por isso mesmo pondo a cabeça debaixo da areia? Qual?

Estes exemplos que dei não tem nada a ver com um suposto “retorno à natureza intocada”, nada, até porque esses métodos de “limpeza do terreno” para o plantio são herança indígena – a coivara – e não há nada de eficaz neles para se manter a produtividade que queremos. Mas endossar o desflorestamento para introdução de pastagens para pecuária extensiva é mais uma garantia de ampliar a propriedade (via usucapião) do que propriamente de produção lucrativa. Já houve tempo em que o Brasil tinha mais cabeças de gado bovino do que população humana e aqui ninguém come um boi por ano.

Então, há mais desconhecimento e irregularidades no meio amazônico que em outras regiões brasileiras. Ora, se aqui mesmo na Ilha de Santa Catarina há muita irregularidade na obtenção de terrenos (por meio de posse) com “contratos de gaveta” imaginem nesses grotões do interior do Brasil.

Agora, é uma tosquice que enche o saco ver gente se aproveitando de um problema para disseminar sua agenda política e nada mais: a esquerda dizendo que “este governo está promovendo a destruição da floresta”, ajudada por um inábil ministro do meio ambiente que não sabe propor nada sobre a pasta que comanda e a direita simplesmente acusando a esquerda de fazer drama ridicularizando-a porque uma moça tatuou uma girafa no rosto onde escreveu “pray for the Amazon”.

A primeira medida que gente séria deveria adotar é:

1) conhecer os fatos;

2) propor soluções de curto prazo;

3) planejar medidas de longo prazo.*

No mínimo.

Depois se critica o que o idiota do Boulos disse, o que a Gleisi comentou, o que fulaninho ou sicraninha disseram.

Ficar nesta bola dividida de “antes foi pior” ou “agora é que é o caos” não mostra nada além de picaretagem explícita de ambos os lados.

Pelo menos eu ficaria feliz se soubesse que esta crise prejudicaria estes dois pólos de extremistas inúteis, mas não, apenas quem tiver o melhor esquema de marketing sobreviverá espalhando sua deturpação mais emotiva.

E la nave va.

Anselmo Heidrich


*Tenho algumas sugestões que vão além da “economia verde” para a região. Na sequência…🙃

Considerações sobre a Amazônia

Coisa velha, mas que guarda alguma atualidade, uma vez que estão demonizando nosso “Conde Vlad”, mais conhecido como Michel Temer…

 

Algumas Considerações Sobre A Amazônia[i]

Em primeiro lugar, por mais importante que seja o fator de regulação climática da Amazônia (toda floresta o é), esta não exerce a função de “pulmão do mundo”. Este é atributo dos oceanos, mais especificamente do fito-plâncton que absorve o gás carbônico da atmosfera levando-o ao fundo do oceano. A noite, a floresta amazônica absorve a mesma quantidade de oxigênio expelido no processo de fotossíntese executado durante o dia.

Se seu valor intrínseco estivesse na hipótese de ser um “pulmão do mundo”, uma alternativa seria serra-la, pois as árvores absorvem mais gás carbônico durante a fase de crescimento deixando, em contrapartida, mais oxigênio na atmosfera. Portanto, se há algum “pulmão do mundo”, em termos vegetais, ele está nas árvores “florestadas” ou nas “reflorestadas”. A saber, as áreas sem este tipo de formação vegetal, nas quais foi artificialmente introduzido e, em áreas recuperadas para este fim.

Até recentemente, ambientalistas e nacionalistas não nutriam grande simpatia mútua no Brasil. Mas, hoje em dia se percebe que têm afinado seus discursos com uma retórica xenófoba comum… Penso que há uma certa confusão quando se fala em Amazônia na sua “manutenção da integridade territorial do país”. Uma coisa é advogar a soberania do estado nação, outra bem diferente (mas, de modo nenhum, oposta) é requisitar o direito de propriedade aos seus cidadãos. Ora, na Amazônia temos o preceito territorial do estado, mas há quantas anda o direito de propriedade garantido pela Constituição da República? Mesmo porque, não há como garantir a segurança da propriedade privada sem sua defesa constitucional. Em outras palavras “não haverá compradores para terrenos cuja posse não seja sequer garantida pelo governo local”. Não confundamos, por favor, o direito de propriedade com as ações sugeridas e incentivadas por uma miríade de ONGs que propõe um status diferenciado da propriedade. No caso específico de Raposa Serra do Sol, o direito de propriedade de brasileiros, como bem sabemos, foi flagrantemente usurpado…

Da mesma forma, não vejo problema quando porções de “nossa terra” são vendidas a estrangeiros. Se todos os países pensassem assim, a Gerdau teria então que ser chutada dos EUA por que adquiriu a siderúrgica Chaparral? Ao contrário, imigrantes com capital ou imigrantes sem capital, mas com ânimo para trabalhar sempre serão muito bem-vindos. Aliás, isto trouxe benefícios ao Brasil, embora tenham sido apenas cerca de 4 milhões de imigrantes em sua história contra os mais de 40 milhões que aportaram nos EUA. E, como se sabe, estes continuam a chegar àquele país por terra, no deserto, ou por mar, em meio aos tubarões.

O Brasil, entre tantas outras nações, deve muito aos seus imigrantes e a migração de capitais. A questão que vejo é outra: trata-se de se adequar às nossas leis e, quando isto não procede, aí reside o problema, real problema.

Este pavor que muitos dos nacionalistas de ocasião nutrem pelas multinacionais, simplesmente, não faz sentido. Trata-se de uma herança preconceituosa de nossa elite intelectual dos anos 60 que já deveria ter sido extinta. Reitero o que digo: o problema não é a multinacional em si, mas o desrespeito à lei ou abuso de poder, quando da formação de cartéis ou trustes,[1] por exemplo. Aí, o malfeitor é malfeitor independente de ser estrangeiro ou brasileiro.

Usamos madeira e papel continuamente. Se realmente quisermos manter a “floresta em pé” temos que apoiar em outras tantas e abundantes áreas do Brasil, “matas de eucalipto” ou pinus. Só esta espécie de agricultura pode combater o simples extrativismo.[2] Agora, por outro lado, querer manter a floresta intacta é uma utopia que não tem (nem nunca teve) lugar nem lógica no mundo. A floresta tem todos os requisitos para ser uma incomensurável geradora de riquezas ao nosso país. E nem me refiro aos minerais em seu subsolo, mas aos fármacos que são produzidos a partir de compostos orgânicos nela encontrados.

Se não se quer, realmente, perder grandes áreas da biomassa amazônica, um plano de ocupação tem que ser executado. Mas, diferentemente, da época do regime militar, ele precisa contar com maior agregação da sociedade civil, isto é, tem que ser apoiado na ideia da propriedade privada.

Por que, tal como a China faz com sua gigantesca mão de obra, não atrairmos capitais (nacionais e internacionais) para produzir na Amazônia? Entre eles, laboratórios e cobramos o que nos é devido, com o subproduto desejável de empregar gente que, hoje, sem opção está usando uma motosserra?

Anselmo Heidrich

 

[1] Em conluio com burocracias estatais, diga-se de passagem.

[2] Na verdade não é a única, mas quis manter o texto em sua forma original. Apenas substitua, “só esta” por “uma das formas”.

[i] Link da publicação original: http://www.rplib.com.br/index.php/artigos/item/2153.

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