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Anselmo Heidrich

Defendo uma sociedade livre baseada no governo limitado e estado mínimo.

Por que ainda é cedo para estados sairem da quarentena, em 3 gráficos | Aos Fatos

Apesar da pressão que governadores enfrentam para relaxar as medidas de isolamento social, nenhum estado brasileiro poderia sair da quarentena se fossem aplicados aqui critérios usados internacionalmente para decidir quando é seguro dar início ao processo de reabertura.

Três requisitos aparecem em todos os documentos sobre o assunto publicados por órgãos dos EUA, da União Europeia e da OMS (Organização Mundial da Saúde): os novos casos de Covid-19 devem estar em queda, testes precisam ser feitos em escala e a capacidade hospitalar deve ser suficiente para dar conta de um eventual aumento no número de internados. Nenhum dos 26 estados nem o Distrito Federal cumprem todas essas condições mínimas, como mostra levantamento do Aos Fatos com dados das secretarias estaduais e do Ministério da Saúde.

Por que ainda é cedo para estados sairem da quarentena, em 3 gráficos | Aos Fatos

Tenho uma inveja desses guerrilheiros de sofá, acho que têm bem mais bebida que eu quando dizem que vai ter uma guerra civil por conta do depoimento do Moro.

Aprendizado mútuo entre Direita e Esquerda

To aqui pensando como a galerinha da esquerda evoluiu: Impeachment não é golpe.

Agora não se pode usar a coisa pública para fins privados. Pode vazar conversas à vontade desde que tenham finalidade pública. Agora quem vota no Presidente também escolhe o Vice.

Tão republicanos …

Vocês se esforçaram tanto para justificar o golpe que… adivinhem quem está pegando todos os argumentos prontos para defender político de estimação?

Priscila Leandro Pacheco

Ignorância sobre a ONU

Faz muito tempo, li um livro do Kaplan, Os Confins da Terra, no qual relata sua viagem da África Ocidental até o Sudeste Asiático, passando pelo Egito, Turquia, Irã etc. Quando ele esteve na África, comentou em detalhes a atuação de desinfecção de um vale pela ONU. Coisa de ficção científica, aviões borrifando gases em voo baixo, enquanto que soldados capacetes azuis monitorando a área e conduzindo a população.

INTERCEPTOR

Atacar a OMS é desvio de foco

Uma atitude sintomática é a fuga da responsabilidade/causalidade da crise gerada pelo CoVid-19 em vários países pelas suas autoridades diretas. Isto fica claro quando se atribui à Organização Mundial da Saúde (OMS) em vários comentários colhidos em redes sociais:

Aos poucos a OMS vai assumindo a palhaçada que fez ao forçar os países a pararem. Não impediu o espalhamento do vírus, vide Brasil, EUA, Itália, Espanha, UK, França (a doença seguiu seu curso natural)… e, de brinde, ainda quebrou a economia do mundo.

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“A Suécia se recusou, no período entre março e abril, a implementar leis específicas para quarentena e isolamento social. Ao invés da regulamentação pesada de outros países da Escandinávia (região do norte europeu que agrupa Dinamarca, Noruega e Suécia), o governo sueco propôs uma política pública baseada em compreensão, cuidado e segurança com o próximo – uma forma de isolamento social baseado em cidadania, não em multas ou regulamentações severas.”

Cíntia Melo – Aos poucos a OMS vai assumindo a palhaçada que fez…

Em primeiro lugar, os países mais duramente afetados foram os que demoraram para aceitar o fato de que existia uma pandemia capaz de sobrecarregar seus sistemas de saúde levando a uma maior mortalidade;

Em segundo, a OMS não força nada, muito menos obriga. Notem que o uso do verbo “forçar”, aqui no caso é um subterfúgio para não comprometer o argumento em torno de uma prova (o que não existe). Uma vez que não há legislação mundial, nem força mundial, capaz de forçar países que são super-potências, como Estados Unidos, China ou Rússia a acatarem suas determinações, nem mesmo pelas potências médias (Reino Unido, Alemanha, França, Japão etc.) se torna algo vago e apenas sugerido que uma agência da ONU, dilapidada por falta de recursos, além de ser reflexo das decisões tomadas por mais de 180 membros na sua Assembleia Geral, tenha algum poder efetivo;

Em terceiro, se a Suécia não adotou o lockdown e paga um preço por isso, é contrassensual dizer que a OMS trabalhou para forçar a economia mundial a parar quando o exemplo dado é de quem não seguiu isso e pagou um preço maior em mortes, que afetarão sua economia. Parece que o autor do post não leu e se leu, estava tão imbuído de dizer o que já pensava que não atentou para o fato de que a informação não corrobora sua conclusão;

Em quarto, que mereceria um comentário mais longo, se afirma que as quarentenas de nada adiantaram, pois a doença seguiu seu “curso natural”, ignorando, por conveniência, que onde seus resultados foram piores, para não dizer trágicos, foi justamente, como dito mais acima, onde se negou o crescimento exponencial das infecções e seu contágio.

Anselmo Heidrich

2 mai 2020

Incredible Map of Pangea With Modern-Day Borders

As volcanic eruptions and earthquakes occasionally remind us, the earth beneath our feet is constantly on the move.

Continental plates only move around 1-4 inches per year, so we don’t notice the tectonic forces that are continually reshaping the surface of our planet. But on a long enough timeline, those inches add up to big changes in the way landmasses on Earth are configured.

Today’s map, by Massimo Pietrobon, is a look back to when all land on the planet was arranged into a supercontinent called Pangea. Pietrobon’s map is unique in that it overlays the approximate borders of present day countries to help us understand how Pangea broke apart to form the world that we know today.

Incredible Map of Pangea With Modern-Day Borders

Coronavírus: há alguma evidência de que o sars-cov-2 tenha sido criado em laboratório? – BBC News Brasil

Em abril, vieram à luz trocas de mensagens de 2018 entre diplomatas do Departamento de Estado americano citando sua preocupação quanto à biosegurança de um laboratório viral em Wuhan, na China. A cidade foi o primeiro epicentro da pandemia do novo coronavírus.

Coronavírus: há alguma evidência de que o sars-cov-2 tenha sido criado em laboratório? – BBC News Brasil

Global Food Crises | Geopolitical Futures

Food security has increasingly become a concern across the globe in recent months. A report recently released by the U.N. World Food Programme estimates that approximately 135 million people will face crisis-level food insecurity this year. There are three main drivers of this crisis. The most significant driver is conflict; 77 million people suffering from acute hunger live in conflict-ridden countries, and half of them live in the Middle East and Asia. The second-biggest driver is extreme weather, which is the main cause of severe food insecurity for 34 million people. The third-largest driver is economic shocks, which have resulted in severe food insecurity for 24 million people, primarily in Latin America. The report also found that an additional 183 million people were in “stressed conditions,” meaning they have minimally adequate food consumption and are unable to afford some essential non-food expenditures.

Global Food Crises | Geopolitical Futures

A Proposed COVID-19 Cure, Economic Decline, North Korea: RAND Weekly Recap | RAND

This week we discuss the proposed use of chloroquine and hydroxychloroquine to treat COVID-19; long-term economic effects of the pandemic; why household workers need more support; U.S.–North Korea relations after Kim Jong Un; Americans’ views about the news; and helping Egyptian women overcome barriers to employment.

A Proposed COVID-19 Cure, Economic Decline, North Korea: RAND Weekly Recap | RAND

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