Poucos anos atrás assisti uma palestra de um conhecido defensor do porte e posse de armas no Brasil. A palestra seguia tranquila, com argumentos que eu já conhecia e quase concordava integralmente (eles esquecem, convenientemente, de lembrar de países com restrições às armas e baixíssimos índices de homicídio), mas ao final, o sujeito falou algo que doeu muito nos ouvidos… Começava assim: “daí vem a mídia de tempos em tempos condenar as armas quando acontece um massacre nos EUA, onde as taxas de homicídio só caem e a venda de armas aumenta”, mas daí se saiu com essa: “daí morre um monte de criancinhas e esquecem dos dados”

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o sujeito não poderia ter dito algo pior. O caso que ele se referia, havia acontecido pouco tempo atrás, foi um massacre de crianças do fundamental (raro, normalmente acontece em escolas secundaristas ou de ensino superior) e percebi na hora que esses filhasdaputa são insensíveis mesmo.

Algo que me incomoda nos armamentistas não são… – Anselmo Heidrich