No excelente texto abaixo, de autoria do empresário e descendente da família real brasileira, Luiz Philippe de Orleans e Bragança, a confusão que se seguiu por ocasião das eleições francesas é devidamente esclarecida. Não houve, como se sugeriu por alguns analistas brasileiros, uma clara divergência entre conservadores e progressistas, ou “direita” e “esquerda” na França, mas sim um fractal de posições antagônicas em diferentes temáticas que tornavam possível apoiar um e outro concomitantemente dependendo do ponto de vista adotado. E creiam, é muito mais complexo do que aparenta ser. Realmente difícil saber quem era o melhor, Marine Le Pen ou Emmanuel Macron. Ou talvez, o “menos pior”…

Enfim, melhor do que esta explanação é a própria leitura deste excelente e didático texto.

V.D.

Conferir aqui: http://www.vistadireita.com.br/blog/posicoes-e-divergencias-entre-marine-le-pen-e-emmanuel-macron/