Na matéria Lower Costs, Not Regulations, Will Save the Environment | Foundation for Economic EducationIain Murray argumenta que as regulamentações prejudicam associações e transações que visam reduzir o impacto de uma ação, como a poluição ou o impacto ambiental. Da mesma forma que as economias se desenvolvem quanto mais ágeis são as transações econômicas, em parte impulsionadas pelo desenvolvimento tecnológico, as chamadas externalidades negativas podem ser diminuídas se o custo para resolver um problema for baixo para ambas as partes. Ele exemplifica com a preservação de uma coruja que vive em uma floresta que seu proprietário ou concessionário vive da exploração madeireira. O que parece ser uma chantagem: “me pague para que eu não corte a madeira” é uma maneira de evitar que a atividade prossiga garantindo a sobrevivência de quem vive da mesma. Ora! Por que o espanto?! Não há crownfundigs específicos para quem quer que uma obra seja editada, para que uma empresa seja aberta? Por que o mesmo não poderia ser feito em nome do ambientalismo? Agora, o que nós deveríamos também inferir disto tudo é que, se a segurança jurídica existisse para valer no Brasil, nossos custos de transações econômicas cairiam enormemente aumentando a renda média do cidadão. E o principal custo é a corrupção. No caso da preservação ambiental, tantas regulamentações que não levam a atividade econômica como parte importante da sustentabilidade econômica contribuem para o que, senão a corrupção?

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Imaginem quanta atividade econômica não seria possível de evoluir em prol do meio ambiente com menores custos de transação e desenvolvimento tecnológico? (Fonte da imagem: Geofactualidades.)

RL