Alguns dias atrás publicamos uma nota comentando o custo que ações trabalhistas traziam ao país. Infelizmente, o assunto ainda permanece em alta…O que existe é uma verdadeira “indústria da justiça do trabalho”, cujas ações levam a uma estagnação de crescimento, inclusive de benefícios aos próprios empregados. Imagine uma empresa como a Volks contabilizar de 1 a 2% de sua receita para estas ações trabalhistas, enquanto que na Europa é praticamente zero e na África do Sul menos de 0,2%. É um imposto implícito da atividade produtiva, quando se considera bancos como o Unibanco terem de reservar 20% de seu lucro para isto.

De cortes a cursos de aperfeiçoamento, como de inglês ou desligamento automático de luzes, tudo é feito para que nem um minuto a mais conte como pagamento de horas extra. Uma coisa é certa, o hipotético benefício de ganhar uma ação contra a sua empresa leva, no presente ao prejuízo de todos que poderiam ganhar com o aprimoramento de atividades oferecidas.

Cf. Empresas fazem ‘ginástica’ contra ações – Economia – Estadão

Caso você esteja pensando em um país onde a livre negociação um dia tenha vez, saiba que ainda teremos muita luta para que venha a ser no Brasil. A mentalidade retrógrada e elitista de nossos procuradores de justiça sofre com um auto-engano de achar que faz o bem ao condenar de antemão a atividade produtiva.

RL